Tudo sobre oxidação e armazenamento do azeite de oliva

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Você sabia que o azeite de oliva possui validade e pode estragar? Nem todo mundo percebe esse pequeno grande detalhe. Diferentemente do vinho – quanto mais velho melhor -, o azeite perde a sua qualidade com o decorrer do tempo. A notícia boa é que existem formas de evitar que isso aconteça, mantendo o seu óleo sempre fresco e nutritivo. Então, continue a leitura para saber tudo sobre oxidação e armazenamento do azeite de oliva!

Hoje em dia já existem vários tipos de azeites no mercado e, por isso, não há uma regra fixa para a validade. No entanto, sempre há uma estimativa. O azeite virgem, por exemplo, tem um maior teor de ácido e tende a durar um pouco mais (comparado com o azeite de oliva comum): cerca de 18 a 24 meses após a prensagem. Já o azeite de oliva, quando armazenado de maneira adequada, tem uma vida útil de aproximadamente 18 meses. 

Por sua vez, que o extra virgem pode durar até 18 meses quando devidamente armazenado. Além disso, ele é menos processado do que os demais, então você consegue desfrutar da maioria dos seus benefícios, como é o caso dos antioxidantes, ácidos graxos monoinsaturados e agentes antiinflamatórios. Entretanto, o processo de oxidação começa depois da abertura do recipiente e ele pode se degradar com mais rapidez. Por isso, o ideal é que você planeje usá-lo em um período de 1 a 2 meses.

Como saber se o azeite está estragado? 

O azeite de oliva fresco possui uma qualidade singular e uma variedade incrível, de sabor delicado a intenso – frutado, gramíneo, floral, amanteigado e assim por diante. Esse alimento também possui um gosto final ligeiramente amargo, apimentado ou picante. Sua textura é fina e leve, seu aroma é agradável e seu aspecto é brilhante. 

Qualquer alteração nesses fatores pode indicar que a qualidade do seu azeite está sendo afetada. O sabor e o cheiro da oxidação são bastante marcantes.  O aroma desagradável é o primeiro ponto que chama a atenção quando o azeite está estragado. Outro elemento a se observar é a textura, que fica mais rançosa, com aparência opaca. 

Se você está tendo problemas para identificar apenas pelo cheiro, basta colocar um pouco do azeite na boca. Você perceberá quando ele estiver rançoso e desagradável, além de excessivamente gorduroso. 

A melhor forma de armazenar o azeite 

O armazenamento adequado é a melhor maneira de preservar os benefícios que o consumo do azeite de oliva pode nos oferecer. Antes de tudo, para armazenar corretamente o seu azeite, saiba que a sua missão é protegê-lo desses três fatores: calor, luminosidade e oxigênio. Isso significa que você precisa encontrar um local fresco e escuro para guardá-lo. Prefira armazenar em em armários que não sejam abertos frequentemente e mantenha o frasco sempre muito bem fechado. 

Jamais coloque o azeite na geladeira! A refrigeração não oferece nenhum benefício, nem ajuda a preservar o óleo, muito pelo contrário, ela pode acabar criando uma condensação no interior da garrafa, o que tende a acelerar o processo de ranço. 

Apesar de o azeite de oliva possuir uma vida útil, já vimos que é muito fácil reconhecer quando ele passou da validade. Se o alimento apresentar cheiro ou gosto estranho, provavelmente o seu azeite de oliva está rançoso. E lembre-se: ele deve ficar em um armário, não no balcão ou na geladeira! A partir daí, você tem cerca de 60 dias para desfrutar do seu óleo repleto de nutrientes. 

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